Essa é uma das essências mais utilizada nos tempos de hoje, onde a preocupação com a matéria é mais valorizada do que a própria capacidade intuitiva.

Moneyplant ajuda no equilíbrio entre as lições terrenas e as forças cósmicas.

Auxilia no desapego da matéria. É indicada para as pessoas que estão totalmente voltadas para as preocupações financeiras, deixando de vivenciar os prazeres da vida; ou que tenha alguma doença e se apega somente à cura do corpo, esquecendo-se de cuidar também da alma.

A Planta do Dinheiro nos ajuda a integrar nossas ligações terrenas e cósmicas, trazendo equilíbrio a essas profundas forças originais. Traz o poder para que possamos permanecer fortemente enraizados na nossa conexão com a Terra a partir do nosso Eu espiritual. Ajuda-nos no desapego das questões materiais e pessoais, para que possamos nos voltar para o “servir”, para a necessidade de darmos assistência espiritual ao outro e de percebermos que somente experimentando a dor e o vazio em nós mesmos poderemos ser de real valia na ajuda ao outro.

Traz a consciência de que a cura não precisa ser, necessariamente, a cura do corpo, mas, que o despertar e a cura da mente, durante a doença, são mais importantes do que a recuperação da matéria (corpo-posses materiais). Com a consciência de que somos capazes de enfrentar esses processos profundos da doença, ganhamos a capacidade de superação.

Transforma a essência humana de forma que o homem pare de buscar apenas a satisfação de seus desejos pessoais e seja capaz de se desenvolver, tornando-se um Ser com Amor Universal pelos outros e por si mesmo. Quando atingimos essa consciência, podemos continuar nosso processo evolutivo sem negar nossa espiritualidade e nossa conexão profunda com nossa fonte original e nossa existência terrena.

Para os que trabalham com cura, a Planta do Dinheiro é um auxiliar importante em seu processo de desenvolvimento. Principalmente quando há uma necessidade de confirmação externa desse trabalho e a cura não emerge de nosso Eu interior, possibilita perceber que não é necessário se sacrificar pelo outro, mas, nos torna capazes de ver que a ajuda que damos é um processo de unidade maior, percebendo a doação como um processo de alegria e prazer que emerge da nossa unidade divina interna.  

(Gleides Urbano)